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Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele

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Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele

O que a popstar Selena Gomez, a atriz Kristen Johnston, a cantora Toni Braxton, a apresentadora de TV Astrid Fontenelle, as cantoras Paula Abdul e Lady Gaga, o cantor Seal tantas outras pessoas mundial ou nacionalmente conhecidas têm em comum? Uma doença chamada lúpus eritematoso sistêmico (LES) ou simplesmente lúpus.

  • Doença autoimune multissistêmica, o lúpus eritematoso sistêmico, mais conhecido apenas como lúpus, é caracterizada pela produção exagerada de autoanticorpos. Tais anticorpos anormais formam imunocomplexos que se depositam em diferentes órgãos, resultando em resposta inflamatória e dano tecidual – explica a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, a causa da doença não é totalmente conhecida, mas sabe-se que os grandes influenciadores da doença são fatores ambientais e genéticos.

A médica do CREB conta que a doença acomete as mulheres dez vezes mais que os homens e é cerca de três vezes mais comum em negros do que caucasianos. Na maior parte das vezes, aparece entre os 18 e os 40 anos, mas em torno de 20% dos casos acontecem apenas após os 50 anos.

  • Os principais sintomas são fadiga, mialgia, febre leve, emagrecimento, queda de cabelo, por conta da inflamação na pele, mas também nas articulações, rins, nervos, cérebro e serosas, por deposição de imunocomplexos. Um dos sintomas é a lesão de pele, acompanhada por dor articular e outros sintomas. Um reumatologista ou fisiatra experiente deve ser consultado e o tratamento é individualizado – finaliza a Dra. Isis.

Fisioterapeuta do CREB explica o que é Bexiga Hiperativa

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A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) é uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. Os números são expressivos:...

A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) é uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. Os números são expressivos: mais de 30% das pessoas acima dos 75 anos são acometidas por esta doença.

  • Essa doença afeta muito negativamente a qualidade de vida do paciente, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional – explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, a doença Síndrome da Bexiga Hiperativa é causada por diversos fatores, como a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. A boa notícia é que a bexiga hiperativa tem tratamento, e a fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha.

  • A gente busca a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção – finaliza a fisioterapeuta do CREB.

Incontinência urinária em atletas femininas de alto impacto tem tratamento

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Houve um tempo em que as mulheres não eram encorajadas a participar de jogos e campeonatos esportivos

Pois presumia-se que não estavam aptas fisiologicamente para participar de atividade física de alta intensidade e longa duração. Hoje, a preocupação constante é com a qualidade de vida e a boa forma física. O exercício físico e a prática de esportes passaram a fazer parte do cotidiano das mulheres, seja como forma de lazer ou atividade profissional.

Diante desse quadro, sempre se perguntou se existia uma relação direta entre a prática esportiva e o sintoma da incontinência urinária. “A incontinência urinária (IU) é definida pela Sociedade Internacional de Continência Urinária (ICS) como ‘qualquer perda involuntária de urina’. Tradicionalmente, a incontinência urinária era atribuída às mulheres idosas ou com mais de um filho, e relacionada à gestação ou parto vaginal.

Mas, durante a década passada, a incontinência urinária de esforço foi observada em mulheres sem filhos e esportistas. Os sintomas são percebidos pelo paciente, cuidador ou parceiro que devem procurar a ajuda de profissionais da saúde. Sinais são observados pelo médico através maneiras simples de verificar os sintomas e quantificá-los, como a observação da perda durante a tosse ou teste do absorvente”, responde a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Treinamento dos músculos do assoalho pélvico

A IU afeta mulheres de todas as idades, incluindo as melhores atletas do sexo feminino. “Porém, muitas vezes é sub-relatada, e a maior prevalência está em atletas que praticam esportes de alto impacto. Com o crescente número de mulheres que praticam exercícios físicos, aumentaram as queixas relacionadas à perda involuntária de urina durante a prática esportiva, trazendo repercussões como: alterações na performance da atleta, modificação ou até o abandono da atividade.

Por isso, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico é considerado o tratamento de primeira linha nesses casos”, destaca Walesca. Segundo ela, os treinadores dessas atletas devem estar constantemente conscientes da necessidade de uma avaliação pélvica adequada e devem estimular a procura por um profissional habilitado.



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